USP é agraciada com Prêmio Jovem Cientista na categoria Mérito Institucional

A Universidade foi a instituição de ensino superior que apresentou o maior número de trabalhos com mérito científico na 30ª edição do prêmio

Três homens, de paletó, e uma mulher, com vestido verde, em pé, sorriem

A vice-reitora da USP, Maria Arminda do Nascimento Arruda representou a Universidade na cerimônia de premiação – Foto: Rodrigo Cabral (Ascom/MCTI)

A USP foi premiada, na categoria Mérito Institucional, na 30ª edição do Prêmio Jovem Cientista, como a instituição de ensino superior que apresentou o maior número de trabalhos com mérito científico. A cerimônia foi realizada no dia 12 de fevereiro, no Sesi Lab, em Brasília, e contou com a presença da ministra de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Luciana Santos, e do presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Ricardo Galvão. A USP foi representada pela vice-reitora, Maria Arminda do Nascimento Arruda.

Esta edição do prêmio, que foi retomado após ter sido paralisado em 2019, teve como tema Conectividade e Inclusão Digital e agraciou trabalhos que abordaram ideias inovadoras sobre como aliar a tecnologia à saúde pública, ao meio ambiente, à luta contra o assédio sexual e à inclusão digital de crianças em situação de vulnerabilidade.

“Estamos aqui resgatando uma tradição que foi interrompida. O Prêmio Jovem Cientista, que nasceu lá em 1981 e hoje retorna, simboliza não apenas um novo momento para a ciência no Brasil, mas a reafirmação do compromisso do governo do presidente Lula e do nosso Ministério com a valorização do conhecimento, da inovação e do desenvolvimento científico e tecnológico”, afirmou a ministra Luciana Santos, que já anunciou o tema da 31º edição. “Eu quero aproveitar essa celebração para, junto com os parceiros que estão aqui comigo, lançar a próxima edição: Resposta às Mudanças Climáticas: Ciência, Tecnologia e Inovação como Aliadas”, disse.

Na edição de 2024, foram recebidas 801 inscrições em cinco categorias: Mestre e Doutor, Ensino Superior, Ensino Médio, Mérito Institucional e Mérito Científico, que celebra um pesquisador doutor que, em sua trajetória, tenha se destacado na área relacionada ao tema da edição.

“Eu espero que isso seja um novo farol para os jovens perceberem que a carreira científica pode, sim, ser desempenhada por eles, por todos aqueles que têm vocação, das classes mais baixas, das classes mais beneficiadas, porque nós precisamos da colaboração de todos esses jovens. Nós queremos tornar o País um país do futuro, um país na fronteira da ciência e do desenvolvimento tecnológico”, destacou o presidente do CNPq, Ricardo Galvão.

O prêmio contempla os ganhadores com laptops, bolsas do CNPq e valores em dinheiro, que variam entre R$ 12 mil e R$ 40 mil. Os três melhores trabalhos em cada uma das categorias recebem premiações, extensivas aos orientadores. Para ressaltar o caráter colaborativo da aprendizagem, a categoria Mérito Institucional contempla duas instituições, uma do Ensino Superior e outra do Ensino Médio, que apresentaram o maior número de trabalhos com mérito científico na 30ª edição do Prêmio Jovem Cientista.

O prêmio é uma iniciativa do CNPq em parceria com a Fundação Roberto Marinho, que incentiva a pesquisa científica e valoriza a produção acadêmica em todo o País. Ao longo de 37 anos, foram agraciados 194 pesquisadores e estudantes, além de 21 instituições de ensino. A lista completa dos agraciados deste ano está disponível no site da premiação.

Jornal da USP com informações da Assessoria Especial de Comunicação do MCTI

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