Um legado de avanços e de conquistas e um futuro de excelência e de transformação digital

2025 foi um ano que consolidou um importante ciclo para a Universidade; em 2026, a USP caminha para o início de um novo capítulo com uma nova gestão da Reitoria

Prédio da Reitoria, na Cidade Universitária, em São Paulo – Foto: Cecília Bastos / USP Imagens

O ano de 2025 marca o encerramento da gestão do reitor Carlos Gilberto Carlotti Junior e da vice-reitora Maria Arminda do Nascimento Arruda, deixando um legado de avanços e conquistas na graduação, na pós-graduação, na pesquisa, na cultura, na extensão universitária, na inclusão, no pertencimento e na modernização da infraestrutura.

“Assumimos a Reitoria em um período em que nosso país acabara de enfrentar uma avassaladora pandemia causada pela covid-19.  Nossa cerimônia de posse, em janeiro de 2022, teve o acesso presencial restrito e, depois de um período de atividades sendo realizadas de forma remota, o retorno presencial aos campi representou um passo importante na reconstrução da vida universitária. Após períodos de realinhamento econômico-financeiro e restrições impostas pela covid-19, as necessidades da Universidade eram muitas: recuperação salarial, contratação de novos docentes e de servidores técnicos e administrativos, requalificação e modernização da infraestrutura. Quase quatro anos depois, avançamos nessas áreas e mantivemos o orçamento em equilíbrio, dentro dos parâmetros de sustentabilidade socioeconômica da Universidade”, considerou Carlotti na mensagem publicada no Relatório de Gestão 2022-2026.

O Relatório da Gestão 2022-2026 foi lançado no dia 2 de dezembro e apresenta as principais ações e projetos desenvolvidos nos últimos quatro anos

Aluísio Augusto Cotrim Segurado e Liedi Légi Bariani Bernucci – Fotomontagem Jornal da USP

USP tem novo reitor e nova vice-reitora para o período de 2026 a 2030

A USP entra em uma fase de transição da gestão para a posse do novo reitor da Universidade, Aluísio Augusto Cotrim Segurado, e da nova vice-reitora, Liedi Légi Bariani Bernucci, nomeados pelo governador Tarcísio de Freitas no último dia 4 de dezembro.

Os novos dirigentes tomarão posse no dia 25 de janeiro de 2026, com mandato de quatro anos, tendo como principais desafios “rediscutir o modo de financiamento da USP após a implementação da Reforma Tributária; o desejo de aprimorar o convívio e reforçar o pertencimento inclusivo de todas as pessoas na USP que temos hoje, mais plural e diversa; e, finalmente, a necessidade de nos adaptarmos à transformação digital do mundo contemporâneo, incorporando, de forma ética e pedagogicamente responsável, novas tecnologias em nossas atividades de ensino, pesquisa, cultura e extensão e gestão”, como explica o novo reitor.

Assista, a seguir, à entrevista de Segurado concedida à equipe da TV USP Bauru:

Orçamento para 2026

Para 2026, o orçamento da Universidade será da ordem de R$ 9,41 bilhões. Desse montante, R$ 8,38 bilhões serão alocados diretamente no Orçamento Geral da USP (a Universidade recebe a cota-parte de 5,02% da arrecadação do ICMS estadual) e R$ 1,03 bilhão compõe a dotação orçamentária da São Paulo Previdência (SPPrev).

Os recursos alocados com pessoal serão de R$ 7,92 bilhões, com acréscimo de 5,63% em relação ao ano passado e comprometendo 84,17% dos recursos do Tesouro do Estado. Para custeio e investimentos, será alocado R$ 1,33 bilhão.

Texto: Adriana Cruz
Arte: Simone Gomes

Jornal da USP

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